Contabilidade para personal trainer

Contabilidade para personal trainer que recebe de muitos alunos

Muitos alunos, muitos Pix e uma nota para cada um. A Automio emite as notas pelo WhatsApp, concilia os recebimentos e acompanha o Fator R, que decide se o imposto começa em 6% ou em 15,5%. Um contador revisa tudo.

  • Um contador registrado no CRC revisa tudo
  • Sem fidelidade
  • R$ 199/mês

O que pesa na sua profissão

O que costuma dar errado na contabilidade de personal trainer

Uma nota por aluno

Fim do mês é hora de emitir dezenas de notas no portal.

Notas pedidas por mensagem. Você diz o aluno e o valor, no intervalo entre aulas; o rascunho chega pronto para confirmar.

Pix que ninguém confere

Aluno que pagou parcial, atrasou ou pagou dois meses juntos.

Recebimentos conciliados. Cada Pix do extrato é ligado à nota do aluno, e o que não bate vira pergunta para você.

Anexo V sem necessidade

Atividade física e esporte seguem o Fator R no Simples. Sem pró-labore suficiente, o imposto começa em 15,5%.

Fator R acompanhado. Você vê o pró-labore que leva a empresa ao Anexo III e quanto isso economiza em reais.

Guia esquecida

DAS pago depois do vencimento vira multa e juros.

DAS com Pix antes do vencimento. A guia chega pronta no WhatsApp, com lembrete se ainda não estiver paga.

Estudo de caso

Como o Bruno parou de emitir nota no último dia do mês

Um personal trainer com cerca de 20 alunos, faturando R$ 11 mil por mês.

Bruno, personal trainer

PJ no Simples Nacional, atende alunos em academias e em domicílio

  1. Antes

    Bruno recebia por Pix de cada aluno e emitia as notas no último dia do mês, uma a uma. Com pró-labore de R$ 1.800, o Fator R ficava em 16,36% e a empresa pagava pelo Anexo V.

  2. O que a Automio fez

    • Mostrou que, no Simples, a atividade do Bruno segue o Fator R e simulou o pró-labore em reais.
    • Ajustou o pró-labore para R$ 3.300, com revisão do contador.
    • Passou a emitir as notas por mensagem, ao longo do mês, e a conciliar os Pix com a nota de cada aluno.
  3. Resultado

    Com o Fator R em 30,00%, a empresa passa do Anexo V para o Anexo III. Mesmo com R$ 165,00 a mais de INSS por mês, a economia líquida é de R$ 880,00 por mês, ou R$ 10.560,00 em 12 meses.

As contas

Comparação do imposto antes e depois do ajuste do Fator R
ItemAntesCom a Automio
Faturamento mensalR$ 11.000,00
Pró-labore mensalR$ 1.800,00R$ 3.300,00
Fator R16,36%30,00%
Anexo do SimplesAnexo VAnexo III
Alíquota efetiva15,50%6,00%
DAS por mêsR$ 1.705,00R$ 660,00
INSS do sócio (11% do pró-labore)R$ 198,00R$ 363,00
Economia líquida por mêsR$ 880,00
Em 12 mesesR$ 10.560,00
  • Faturamento constante de R$ 11 mil por mês (receita de R$ 132 mil em 12 meses, 1ª faixa do Simples).
  • Fator R = folha dos últimos 12 meses (aqui, só o pró-labore: a empresa não tem funcionários) ÷ receita bruta dos últimos 12 meses.
  • INSS de 11% do sócio sobre o pró-labore; a contribuição patronal (CPP) já está dentro do DAS. Não inclui o IRRF sobre o pró-labore, que depende das deduções de cada sócio.
  • No caso real, o contador confirma o enquadramento da atividade no Simples.

Caso ilustrativo: personagem e números são hipotéticos, para mostrar como a regra funciona. Não é um cliente real nem promessa de resultado. O cálculo de verdade usa o histórico da sua empresa e é revisado pelo contador.

O que diz a regra

Personal trainer no Simples: o que diz a lei

  • A atividade é privativa de profissional registrado no Conselho Regional de Educação Física, o CREF (Lei 9.696/1998, art. 1º). A empresa também pode precisar de registro no conselho, conforme a atividade básica (Lei 6.839/1980, art. 1º).
  • Academias de atividades físicas e desportivas e escolas de esportes seguem o Fator R no Simples: Anexo III com 28% ou mais, Anexo V abaixo disso (LC 123/2006, art. 18, § 5º-D, III, e § 5º-M).
  • O personal trainer costuma ser enquadrado aí ou entre as atividades de natureza desportiva do § 5º-I, XII. Nos dois casos, vale o Fator R.
  • Personal trainer não pode ser MEI: a ocupação não está no Anexo XI da Resolução CGSN 140/2018.
  • A partir de 1º de novembro de 2026, as microempresas e EPPs do Simples emitem a NFS-e de padrão nacional (Resolução CGSN 191/2026).

Fontes: Lei 9.696/1998 (educação física) · Lei 6.839/1980 (registro de empresas em conselhos) · LC 123/2006 (Simples Nacional) · Resolução CGSN 140/2018 · Resolução CGSN 191/2026 (NFS-e nacional)

Como funciona

Três passos. Só o primeiro depende de você.

Depois da troca, a rotina fiscal da sua empresa acontece numa conversa de WhatsApp.

  1. Você troca de contador

    Assina o contrato digital, autoriza a procuração no e-CAC e envia o certificado A1. A transição e o seu histórico ficam com a gente.

    Com você, uma vez
  2. A nota e a guia chegam no WhatsApp

    Peça a nota em texto livre, do jeito que você falaria. O DAS chega calculado, com Pix copia e cola, antes do vencimento.

    Com a Automio
  3. Um contador revisa tudo

    A IA prepara, a regra calcula e o contador aprova. Nenhuma ação fiscal é transmitida sem aprovação registrada.

    Com a Automio

Perguntas frequentes

Perguntas de quem é personal trainer

Personal trainer pode ser MEI?

Não. A ocupação não está entre as permitidas ao MEI (Resolução CGSN 140/2018, Anexo XI). O caminho é uma microempresa no Simples Nacional.

Personal trainer precisa ter CNPJ?

Não é obrigatório: dá para atender como autônomo, pessoa física. Com CNPJ, você emite nota fiscal para academias e empresas e paga o imposto pelo Simples Nacional. Vale comparar os dois cenários com o contador.

Quanto um personal trainer paga de imposto?

No Simples Nacional, o imposto depende da receita dos últimos 12 meses e do Fator R. Na primeira faixa (até R$ 180 mil em 12 meses), a alíquota é de 6% no Anexo III, com Fator R de 28% ou mais, ou de 15,5% no Anexo V. Acima disso, a alíquota efetiva sobe aos poucos, conforme a tabela de cada anexo.

Preciso emitir nota para cada aluno?

Sim: a nota é emitida para quem paga o serviço, inclusive pessoa física. Na Automio, você pede as notas por mensagem e confirma os rascunhos.

Preciso de registro no CREF para ter CNPJ?

O exercício da profissão exige registro no CREF (Lei 9.696/1998). A empresa também pode precisar se registrar no conselho, conforme a atividade básica (Lei 6.839/1980).

Qual pró-labore um personal trainer deve tirar?

O suficiente para o Fator R ficar em 28% ou mais, se a conta fechar: o pró-labore tem INSS de 11% e pode ter IRRF. A Automio simula os cenários em reais e o contador revisa antes de você mudar.