Contabilidade para fotógrafos

Contabilidade para fotógrafos e videomakers que cresceram além do MEI

Fotógrafo e filmador podem ser MEI até R$ 81 mil por ano. Passou disso, a empresa vira microempresa no Simples, com nota, DAS e declaração todo mês. A Automio cuida dessa rotina pelo WhatsApp, com contador revisando.

  • Um contador registrado no CRC revisa tudo
  • Sem fidelidade
  • R$ 199/mês

O que pesa na sua profissão

O que costuma dar errado na contabilidade de fotógrafo

Limite do MEI estourado

Casamentos e ensaios concentrados em poucos meses fazem o faturamento passar de R$ 81 mil sem aviso.

Rotina de microempresa. Quando a empresa vira ME, a Automio assume a apuração mensal, as notas e o DAS.

Sinal, parcelas e nota

Contrato fechado com meses de antecedência, pago em parcelas.

Notas e recebimentos conciliados. Cada parcela do extrato é ligada à nota certa, e o que falta aparece para você.

Nota no padrão novo

A partir de 1º de novembro de 2026, ME e EPP do Simples emitem a NFS-e de padrão nacional.

Nota pedida por mensagem. Você diz o cliente e o valor; o rascunho chega pronto para confirmar.

DAS e declaração todo mês

Como ME, a empresa apura o Simples todo mês no PGDAS-D, e não só uma vez por ano.

DAS com Pix antes do vencimento. A guia chega pronta no WhatsApp, revisada pelo contador.

Estudo de caso

O que acontece quando o MEI passa 20% do limite

Uma fotógrafa de casamentos que somou os contratos só em dezembro.

Larissa, fotógrafa de casamentos

Era MEI, com a agenda cheia de casamentos e ensaios

  1. Antes

    Larissa faturou R$ 104 mil no ano como MEI e só percebeu em dezembro, quando somou os contratos. Como passou mais de 20% do limite, o desenquadramento vale desde janeiro daquele ano.

  2. O caminho com o contador

    • Comunicou o desenquadramento do SIMEI à Receita.
    • Apurou no PGDAS-D a receita real de cada mês do ano, pagando as diferenças com os acréscimos legais.
    • Passou a rotina de microempresa para a Automio: notas por mensagem, DAS com Pix e contador revisando.
  3. Resultado

    Com 28,40% acima do limite, Larissa deixa de ser MEI desde janeiro, e as diferenças de imposto do ano entram com acréscimos legais. Se tivesse ficado até 20% acima (R$ 97.200,00), sairia do MEI só em janeiro do ano seguinte, sem retroativo.

As contas

Faturamento acima do limite do MEI e regra de desenquadramento
Limite anual do MEIR$ 81.000,00
Faturamento no anoR$ 104.000,00
ExcessoR$ 23.000,00 (28,40%)
RegraExcesso acima de 20%: desenquadramento retroativo a 1º de janeiro do ano do excesso
  • Limite do MEI de R$ 81 mil por ano (LC 123/2006, art. 18-A, § 1º).
  • Empresa aberta antes do ano do excesso; no ano de abertura, o limite é proporcional aos meses.
  • O valor das diferenças depende do enquadramento da atividade no Simples e não foi estimado aqui.

Caso ilustrativo: personagem e números são hipotéticos, para mostrar como a regra funciona. Não é um cliente real nem promessa de resultado. O cálculo de verdade usa o histórico da sua empresa e é revisado pelo contador.

O que diz a regra

Fotógrafo: MEI, microempresa e o que diz a lei

  • Fotógrafo e videomaker podem ser MEI: “fotógrafo(a) independente” (CNAE 7420-0/01) e “filmador(a) independente” (CNAE 7420-0/04) estão no Anexo XI da Resolução CGSN 140/2018.
  • O limite do MEI é de R$ 81 mil por ano, ou R$ 6.750 por mês de atividade no ano de abertura (LC 123/2006, art. 18-A, §§ 1º e 2º).
  • Passou até 20% do limite: sai do MEI em 1º de janeiro do ano seguinte e paga a diferença sobre o excesso junto com a apuração de janeiro. Mais de 20%: o desenquadramento volta a 1º de janeiro do ano do excesso (LC 123/2006, art. 18-A, §§ 7º e 10).
  • Quem sai do MEI continua no Simples Nacional como microempresa, sem nova opção (Resolução CGSN 140/2018, art. 115, § 1º).
  • A lei e as consultas da Receita não definem o anexo do Simples da fotografia: o contador confirma o enquadramento da sua atividade.

Fontes: Resolução CGSN 140/2018 · LC 123/2006 (Simples Nacional) · Receita: manual do desenquadramento do SIMEI

Como funciona

Três passos. Só o primeiro depende de você.

Depois da troca, a rotina fiscal da sua empresa acontece numa conversa de WhatsApp.

  1. Você troca de contador

    Assina o contrato digital, autoriza a procuração no e-CAC e envia o certificado A1. A transição e o seu histórico ficam com a gente.

    Com você, uma vez
  2. A nota e a guia chegam no WhatsApp

    Peça a nota em texto livre, do jeito que você falaria. O DAS chega calculado, com Pix copia e cola, antes do vencimento.

    Com a Automio
  3. Um contador revisa tudo

    A IA prepara, a regra calcula e o contador aprova. Nenhuma ação fiscal é transmitida sem aprovação registrada.

    Com a Automio

Perguntas frequentes

Perguntas de fotógrafos e videomakers

Fotógrafo pode ser MEI?

Sim. “Fotógrafo(a) independente” está entre as ocupações permitidas ao MEI, com limite de R$ 81 mil por ano.

Videomaker pode ser MEI?

Sim, como “filmador(a) independente” (CNAE 7420-0/04, filmagem de festas e eventos), com o mesmo limite de R$ 81 mil por ano.

Fotógrafo precisa de CNPJ?

Não é obrigatório: dá para atender como autônomo, pessoa física. Com CNPJ, como MEI ou microempresa, você emite nota fiscal para empresas e paga o imposto de forma simplificada.

Qual o CNAE de fotógrafo?

Fotografia em geral é o CNAE 7420-0/01 (produção de fotografias, exceto aérea e submarina). Filmagem de festas e eventos é 7420-0/04.

O que acontece se eu passar do limite do MEI?

Se passar até 20% (até R$ 97.200), a empresa sai do MEI em 1º de janeiro do ano seguinte e paga a diferença sobre o excesso, sem acréscimos, junto com a apuração de janeiro. Acima de 20%, o desenquadramento volta a janeiro do ano do excesso, com as diferenças de imposto e acréscimos legais.

Quanto de imposto paga um fotógrafo como microempresa?

Depende da receita dos últimos 12 meses e do enquadramento da atividade no Simples, que a lei não define com clareza para fotografia. Na primeira faixa, a alíquota começa em 6% no Anexo III. O contador confirma o seu caso.

O limite do MEI vai aumentar?

Há um projeto aprovado pela Câmara em 14 de outubro de 2026 que eleva o limite para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil a partir de 2028. Ele ainda depende do Senado e da sanção. Até virar lei, vale o limite de R$ 81 mil.

A Automio atende fotógrafo MEI?

Ainda não. A Automio atende microempresas do Simples Nacional. Se você está saindo do MEI, deixe seu contato: falamos com você quando a empresa passar a ser ME.